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ACSP assina acordo com chineses - 23/05/2013
Estreitar as relações comerciais entre empresas brasileiras e chinesas é o principal objetivo do Seminário para a Promoção do Intercâmbio Econômico e Comercial do Setor de Máquinas e Equipamentos da China realizado ontem em São Paulo. Representantes de indústrias da cidade de Foshan trocaram experiências e iniciaram conversações para intensificar o comércio entre os dois países. 
 
O prefeito Liu Yuelun e Zhou Zhitong, diretor-geral do Departamento do Comércio Externo e de Cooperação Econômica, assinaram um acordo de cooperação com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) com a meta de aumentar as trocas comerciais entre a cidade chinesa e o Estado de São Paulo. 
 
O acordo foi assinado pelo vice-presidente da ACSP, Luiz Roberto Gonçalves, e pelo coordenador do Conselho de Comércio Exterior da ACSP, Roberto Ticoulat, que representaram Rogério Amato, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). 
 
Ele inclui troca de informações sobre as necessidades de empresas paulistas e chinesas e a realização de missões comerciais nos dois países.  
 
Durante o encontro, Yuelun ressaltou que Foshan é a quinta maior cidade industrial da China. Seu Produto Interno Bruto (PIB) é o 15º maior do país e alcançou a cifra de US$ 108,2 bilhões no ano passado, com elevação de 8,2% ante 2011. Ele afirmou que as exportações da cidade para o Brasil somaram US$ 1,2 bilhão em 2012 e podem crescer ainda mais. "Anteriormente, exportávamos eletrônicos e cerâmicas para as empresas brasileiras e nos últimos anos aumentamos nossas vendas de máquinas e equipamentos. Nossa meta é aumentar os investimentos no Brasil", disse. 
 
"A SP Chamber of Commerce estabeleceu um acordo com o Sebrae, com o suporte do Conselho Brasileiro das Empresas Comerciais Exportadoras e Importadoras, o CECIex, para organizar viagem de uma delegação brasileira para a feira chinesa de Cantão em abril do próximo ano", disse Gonçalves. Segundo ele, o empresariado brasileiro reconhece a importância da parceria com a China, tanto que a entidade instalou um escritório comercial em Macau. Ticoulat afirmou que Foshan abriga mais de 7,5 mil indústrias nas áreas de fundição, tratamento térmico, usinagem e montagem, entre outras. "Negociar com este segmento pode proporcionar ao Brasil maior competitividade",  disse. 
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