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Abiquifi lança projeto de internacionalização para a indústria f - 23/01/2012

A Abiquifi (Associação Brasileira de Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos) confirmou, para o dia 13 de setembro, o lançamento da nova fase do projeto desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), que visa promover a internacionalização das empresas do setor e alavancar as exportações de seus produtos.

Por meio do Projeto Setorial Integrado (PSI), a indústria farmoquímica e farmacêutica brasileira deve receber, até o fim de 2012, mais de três milhões de reais em investimentos, que serão aplicados em ações como feiras internacionais, rodadas de negócios com compradores estrangeiros e estudos de inteligência comercial. Os mercados-alvo vão desde países da América Latina, como México, Venezuela, Colômbia e Argentina, até dos continentes europeu e africano: Rússia, Espanha, Alemanha, África do Sul e Angola. A iniciativa recebe, também, o apoio de outras associações da área,
como Abifina, Alanac, Interfarma, Sindusfarma e Pro-genéricos.

O início do novo convênio entre a Abiquifi e a Apex-Brasil será comemorado durante o _Workshop Caminhos para a Internacionalização do Setor de Farmoquímicos e Farmacêuticos_, no dia 13, em São Paulo, com a presença do diretor de Negócios da Apex-Brasil, Rogério Bellini, que ressalta a importância do PSI.

"A Apex-Brasil desenvolve projetos com 80 setores da economia brasileira, sempre buscando ampliar as exportações das empresas nacionais e ajudá-las a ocupar espaço no mercado internacional, a exemplo do setor farmoquímico e farmacêutico, que faz parte das nossas ações desde 2010", disse. O workshop conta, ainda, com a participação do Dr. Zich Moysés Júnior, do Ministério da Saúde, e de representantes do Ministério de Desenvolvimento, ndústria e Comércio Exterior, BNDES, Finpe e Anvisa.

José Correia da Silva, Presidente da Abiquifi, mostra-se bastante otimista com a parceria e a realização do PSI: "Trata-se de uma ótima oportunidade para elevar a competitividade das companhias do setor. Essa interação entre as associações e o governo tem tudo para auxiliar no processo de modernização e de estabelecimento de parcerias coorporativas, tanto nacionais, quanto internacionais."

Mercado

A alta no volume de exportações da cadeia produtiva farmacêutica impressiona. De acordo com a Abiquifi, em 2010, o Brasil exportou, aproximadamente, US$1,7 bilhão em medicamentos e insumos farmacêuticos. Um crescimento de 22,5%, se comparado às vendas para o mercado externo em 2009, e de mais de 100%, se comparado ao ano de 2007.

Buscando explorar esse bom momento do setor, o projeto vai focar no desenvolvimento e no aumento do grau de internacionalização do setor farmoquímico e farmacêutico brasileiro. Com a parceria da Apex-Brasil, agência ligada ao Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a indústria nacional poderá aumentar sua competitividade no mercado internacional e se posicionar como país produtor e exportador de insumos e medicamentos.

Segundo pesquisa do Instituto IMS Health, o Brasil deve se tornar a 5ª maior economia farmacêutica mundial até o fim de 2015. Atualmente, o país detém a 7ª posição no ranking de representatividade no mercado. Em 2005, era apenas o 10º colocado. Marcello Monteiro, diretor da IMS, credita grande parte desse crescimento à ascensão económica da classe C. "Hoje, estima-se que ela represente, aproximadamente, 42% do consumo total de medicamentos", afirma.

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