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Balança pode fechar o ano com saldo positivo de R$ 50 bilhões - 02/12/2016

 

Estimativa do governo leva em consideração o crescimento das exportações, que em novembro avançaram 17,5% puxadas pela venda de plataformas de petróleo

balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 43,282 bilhões de janeiro a novembro deste ano. O valor é recorde para o período desde o início da série histórica, em 1989. No mês, houve superávit de US$ 4,758 bilhões, valor também recorde para novembro.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 1/12, pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). O governo estima que 2016 terminará com saldo positivo da balança entre US$ 45 bilhões e US$ 50 bilhões. 

O resultado pode ser recorde histórico anual, caso supere o superávit de US$ 46,4 bilhões registrado em 2006. Para isso, o saldo positivo em dezembro teria de ficar acima de US$ 3,1 bilhões.

A balança comercial tem superávit quando as exportações, vendas do Brasil para parceiros de negócios no exterior, superam as importações, que são as compras do país também no exterior.


SALDO

As exportações cresceram 17,5% em novembro em relação ao mesmo mês do ano anterior, de acordo com dados divulgados pelo Mdic. Já as importações caíram 9,1% no mesmo período.

Em novembro, as exportações somaram US$ 16,220 bilhões, resultado da venda de produtos manufaturados (US$ 7,901 bilhões, alta de 41,8%), básicos (US$ 5,540 bilhões, -5,5%) e semimanufaturados (US$ 2,444 bilhões, + 21,3%).

O resultado de novembro foi impactado pela venda de duas plataformas de petróleo (US$ 1,9 bilhão) e no crescimento das exportações de açúcar refinado (+109%) e automóveis de passageiros (+85%).

Já as importações somaram US$ 11,463 bilhões. Caíram as importações de combustíveis e lubrificantes (-46,9%), bens de capital (-22,4%) e bens de consumo (-0,8%), e cresceram as compras de bens intermediários (1,2%).

No ano, porém, as exportações caíram 3,3% e as importações recuaram 22%. 

As vendas de produtos básicos caíram 9,6% (para US$ 73,254 bilhões), as de semimanufaturados subiram 5% (para US$ 25,309 bilhões) e manufaturados subiram 2,1% (para US$ 66,948 bilhões).

Já nas importações houve queda em combustíveis (-44,9%), bens de capital (-22%) bens de consumo (-21,8%) e bens intermediários (-17,2%).

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